"Adam Zaretsky uma vez passou 48 horas reproduzindo o álbum 'Greatest Hits', de Engelbert Humperdincks, para um prato de bactérias E.coli, para determinar se vibrações ou sons influenciaram seu crescimento. Observando a produção de antibiótico das bactérias aumentar, Zaretsky decidiu que talvez até mesmo células ficaram irritadas ao serem submetidas a uma 'barulhenta, sem conteúdo e realmente terrível música'"
Isso é mais ou menos o início de uma reportagem online sobre bio-arte. Me fez pensar.. vai q é isso que explica a perceptível diferença na média de QI entre quem ouve axé/pagodão/black metal e quem ouve metal progressivo/épico/musica clássica? HA
E nem vem.. isso é fato, não neguemos!
(ok, já a bio-arte, é uma coisa interessante mas n vou perder tempo com o que já foi dito, certo? Se você não tem a menor noção do que seria a bio-arte, entre em http://news.yahoo.com/s/ap/20070303/ap_en_ot/bio_arts ou http://www.ekac.org/sesc.2004.html )
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