quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

quarta-feira, 23 de maio de 2007

"Tevelisão" ou "Televisão" ?

Há tempos não vejo televisão. Não só pela falta de conteúdo mas pela incrível infestação de marketing, mas também não gosto de ver series, ainda mais com intervalos a qualquer momento, e não tenho saco para me lembrar de que o programa X dá à hora Y no dia Z.

Sei que estou em minoria, contudo em relação aos motivos que não têm a ver com a falta de qualidade. Por outras palavras, sempre que vejo alguém a dizer que vê cada vez menos televisão, é apenas porque os programas, em geral, não prestam. As minhas outras razões, aparentemente, são só minhas.

Quanto à falta de qualidade em si, a televisão está cada vez pior porque… está cada vez pior. Ou seja, é um círculo vicioso.

A coisa é mais ou menos assim:

A qualidade dos programas é baixa, o que faz com que, as pessoas mais inteligentes deixem de ver. Quem é que fica? Os mais leigos. De seguida, os vários canais fazem, naturalmente, pesquisa de mercado, entre quem continua a ver televisão… e o que é que os inquéritos demonstram? Que ninguém vê este ou aquele documentário ou série com interesse que ainda resta, que o que “as audiências” querem é: mais telenovelas, mais “reality shows”, mais futebol, mais sensacionalismo nas notícias, mais seriadinhos mongois...

Ora, eles seguem o que essa pesquisa indica, fazendo descer ainda mais a qualidade dos programas. Resultado? A “camada de cima” (em termos de inteligência) também já não agüenta, e deixa de ver. Com isso, a média de inteligência desce ainda mais. Adivinhem lá o que é que os próximos inquéritos vão mostrar…Por outras palavras, é um caso perdido. Quem tem bom gosto vai deixando de ver; quem tem mau gosto e fica, “pede” coisas ainda piores.

domingo, 15 de abril de 2007

back in black (não deixa de ser verdade)


(de www.malvados.com.br - clique na imagem para ampliar)

Escroto mas verdadeiro.. não importa o quanto tentemos,
nesses dias é quase ímpossível não ser um clichê.

Mas btw, perdão pelo abandono aqui, logo você, incapaz de aprender,
desfrutará de mais posts nossos sobre coisas que não entendemos =)

domingo, 18 de março de 2007

Blind Guardian

pois é, está rolando, nesse exato momento o show
parabéns a alguns amigos que foram ao show :)


WOOOHOOO!

deve ter sido, de fato, muito bom :D

terça-feira, 6 de março de 2007

Um grande post \O/

Aprender com quem admiramos

Uma coisa que faço há anos, e que acho que é das coisas mais certas que faço, é 'confiar' nas opiniões de pessoas que respeito, mesmo que o respeito seja devido a coisas distintas dessa opinião.


Por outras palavras, existem pessoas que respeito e admiro - autores, escritores, músicos, ou simplesmente algumas pessoas que conheço. E, quando essas pessoas elogiam alguma coisa, eu fico curioso, confio nessas pessoas - sobretudo se é em relação a um assunto que desconheço.
Isto, a mim, parece-me lógico, mas a experiência que tenho é que quase ninguém funciona assim. Não conheço praticamente ninguém, por exemplo, que tenha “investigado” heavy metal por eu lhe dizer que, ao invés de ser “só barulho”, como os leigos pensam, é um género musical intenso, sublime, apaixonado, sincero, 'misterioso' e puro, e é dos pouquíssimos géneros hoje em dia em que se faz “música pela música”.


Simplesmente, parece que as outras pessoas não funcionam assim. Têm opiniões formadas, mesmo relativamente a assuntos em relação aos quais admitem total ignorância (”não sei nem quero saber!”), e nada que ouçam as faz ter qualquer curiosidade, as faz pensar que talvez, sei lá, possam estar enganadas.


Por exemplo, eu adoro heavy metal. Ultimamente, porém, ando a ouvir imenso dos Pink Floyd. Porquê? Porque alguém que respeito e admiro os menciona ocasionalmente. Eu não conhecia. Ele adora. Eu respeito as opiniões dele, sou fã dos jogos dele, gosto de ler o que ele escreve… será que ele sabe alguma coisa que eu não sei?
Então investiguei. Li sobre eles, sobre a história da banda. Ouvi alguns álbuns. Ouvi-os mais. E gosto. Ainda não me “aprofundei” muito, mas gosto, é ótima música, inteligente, original, e que faz pensar.


Como este exemplo, há muitos outros. Não, não estou a dizer que “sigo os meus ídolos” - simplesmente, dou uma chance às coisas, investigo, aprendo. Afinal, eles sabem algo que eu não sei, e são pessoas que respeito, em geral - é uma ótima chance de aprender algo.

domingo, 4 de março de 2007

O cérebro brasileiro enfim tem uma explicação científica!

"Adam Zaretsky uma vez passou 48 horas reproduzindo o álbum 'Greatest Hits', de Engelbert Humperdincks, para um prato de bactérias E.coli, para determinar se vibrações ou sons influenciaram seu crescimento. Observando a produção de antibiótico das bactérias aumentar, Zaretsky decidiu que talvez até mesmo células ficaram irritadas ao serem submetidas a uma 'barulhenta, sem conteúdo e realmente terrível música'"

Isso é mais ou menos o início de uma reportagem online sobre bio-arte. Me fez pensar.. vai q é isso que explica a perceptível diferença na média de QI entre quem ouve axé/pagodão/black metal e quem ouve metal progressivo/épico/musica clássica? HA
E nem vem.. isso é fato, não neguemos!


(ok, já a bio-arte, é uma coisa interessante mas n vou perder tempo com o que já foi dito, certo? Se você não tem a menor noção do que seria a bio-arte, entre em http://news.yahoo.com/s/ap/20070303/ap_en_ot/bio_arts ou http://www.ekac.org/sesc.2004.html )

Europa salva pelo álcool!

Terei a chance de ser o primeiro a postar neste blog, logo, nada mais justo do que uma "piadinha".Uma das grandes ironias da história é o fato de que a Europa é o que é hoje - e não algo substancialmente diferente - por causa do álcool.

No século XIII, os Mongóis invadiram a Rússia (ou o que viria a ser a Rússia), e de seguida a Hungria e Polónia. Conseguiram vitórias atrás de vitórias, dizimando completamente os exércitos dos países europeus, e preparavam-se para invadir o “Holy Roman Empire” (basicamente, o que hoje em dia é a Alemanha, mas maior), e de seguida a França, e sabe-se lá o quê a seguir.Nada parecia ser capaz de os deter - há relatos de que o Rei de França, por exemplo, já acreditava que ia ser morto em breve pelos invasores.

Até que Ogadai Khan, líder dos Mongóis (e filho de Genghis Khan) morreu. Já era alcóolico há anos, e desta vez abusou de tal forma, que não sobreviveu à bebedeira.

Tendo notícias disso, o exército Mongol, que se preparava para conquistar a Europa, voltou para trás, para os seus líderes participarem nos rituais de sucessão ao Khan.Pensem bem. Se não fosse a bebedeira que matou o líder Mongol, eles teriam, basicamente, conquistado toda a Europa. Possivelmente, esta seria diferente, mesmo hoje - cultura diferente, por exemplo. Não havia nada na Europa capaz de fazer frente às hordas Mongóis… mas o álcool fê-los voltar para trás.

Há mais na Wikipedia.

Há acasos assim na história que dão que pensar xD