domingo, 18 de março de 2007
Blind Guardian
parabéns a alguns amigos que foram ao show :)
WOOOHOOO!
deve ter sido, de fato, muito bom :D
terça-feira, 6 de março de 2007
Um grande post \O/
Aprender com quem admiramos
Uma coisa que faço há anos, e que acho que é das coisas mais certas que faço, é 'confiar' nas opiniões de pessoas que respeito, mesmo que o respeito seja devido a coisas distintas dessa opinião.
Por outras palavras, existem pessoas que respeito e admiro - autores, escritores, músicos, ou simplesmente algumas pessoas que conheço. E, quando essas pessoas elogiam alguma coisa, eu fico curioso, confio nessas pessoas - sobretudo se é em relação a um assunto que desconheço.
Isto, a mim, parece-me lógico, mas a experiência que tenho é que quase ninguém funciona assim. Não conheço praticamente ninguém, por exemplo, que tenha “investigado” heavy metal por eu lhe dizer que, ao invés de ser “só barulho”, como os leigos pensam, é um género musical intenso, sublime, apaixonado, sincero, 'misterioso' e puro, e é dos pouquíssimos géneros hoje em dia em que se faz “música pela música”.
Simplesmente, parece que as outras pessoas não funcionam assim. Têm opiniões formadas, mesmo relativamente a assuntos em relação aos quais admitem total ignorância (”não sei nem quero saber!”), e nada que ouçam as faz ter qualquer curiosidade, as faz pensar que talvez, sei lá, possam estar enganadas.
Por exemplo, eu adoro heavy metal. Ultimamente, porém, ando a ouvir imenso dos Pink Floyd. Porquê? Porque alguém que respeito e admiro os menciona ocasionalmente. Eu não conhecia. Ele adora. Eu respeito as opiniões dele, sou fã dos jogos dele, gosto de ler o que ele escreve… será que ele sabe alguma coisa que eu não sei?
Então investiguei. Li sobre eles, sobre a história da banda. Ouvi alguns álbuns. Ouvi-os mais. E gosto. Ainda não me “aprofundei” muito, mas gosto, é ótima música, inteligente, original, e que faz pensar.
Como este exemplo, há muitos outros. Não, não estou a dizer que “sigo os meus ídolos” - simplesmente, dou uma chance às coisas, investigo, aprendo. Afinal, eles sabem algo que eu não sei, e são pessoas que respeito, em geral - é uma ótima chance de aprender algo.
domingo, 4 de março de 2007
O cérebro brasileiro enfim tem uma explicação científica!
Isso é mais ou menos o início de uma reportagem online sobre bio-arte. Me fez pensar.. vai q é isso que explica a perceptível diferença na média de QI entre quem ouve axé/pagodão/black metal e quem ouve metal progressivo/épico/musica clássica? HA
E nem vem.. isso é fato, não neguemos!
(ok, já a bio-arte, é uma coisa interessante mas n vou perder tempo com o que já foi dito, certo? Se você não tem a menor noção do que seria a bio-arte, entre em http://news.yahoo.com/s/ap/20070303/ap_en_ot/bio_arts ou http://www.ekac.org/sesc.2004.html )
Europa salva pelo álcool!
No século XIII, os Mongóis invadiram a Rússia (ou o que viria a ser a Rússia), e de seguida a Hungria e Polónia. Conseguiram vitórias atrás de vitórias, dizimando completamente os exércitos dos países europeus, e preparavam-se para invadir o “Holy Roman Empire” (basicamente, o que hoje em dia é a Alemanha, mas maior), e de seguida a França, e sabe-se lá o quê a seguir.Nada parecia ser capaz de os deter - há relatos de que o Rei de França, por exemplo, já acreditava que ia ser morto em breve pelos invasores.
Até que Ogadai Khan, líder dos Mongóis (e filho de Genghis Khan) morreu. Já era alcóolico há anos, e desta vez abusou de tal forma, que não sobreviveu à bebedeira.
Tendo notícias disso, o exército Mongol, que se preparava para conquistar a Europa, voltou para trás, para os seus líderes participarem nos rituais de sucessão ao Khan.Pensem bem. Se não fosse a bebedeira que matou o líder Mongol, eles teriam, basicamente, conquistado toda a Europa. Possivelmente, esta seria diferente, mesmo hoje - cultura diferente, por exemplo. Não havia nada na Europa capaz de fazer frente às hordas Mongóis… mas o álcool fê-los voltar para trás.
Há mais na Wikipedia.
Há acasos assim na história que dão que pensar xD